Os brasileiros acham que o mundo todo presta, menos o Brasil.
Realmente parece que é um vício falar mal do Brasil.
Todo lugar tem seus pontos positivos e negativos, mas no exterior eles maximizam os positivos,
enquanto no Brasil se maximizam os negativos.
Aqui na Holanda, os resultados das eleições demoram horrores porque não há nada automatizado.
Só existe uma companhia telefônica e pasmem!: Se você ligar reclamando do serviço, corre o risco de ter seu telefone temporariamente desconectado.
Nos Estados Unidos e na Europa, ninguém tem o hábito de enrolar o sanduíche em um guardanapo - ou de lavar as mãos antes de comer.
Nas padarias, feiras e açougues europeus, os atendentes recebem o dinheiro e com mesma mão suja entregam o pão ou a carne.
Em Londres, existe um lugar famosíssimo que vende batatas fritas enroladas em folhas de jornal - e tem fila na porta.
Na Europa, não-fumante é minoria. Se pedir mesa de não-fumante, o garçom ri na sua cara, porque não existe. Fumam até em elevador.
Em Paris, os garçons são conhecidos por seu mau humor e grosseria e qualquer garçom de botequim no Brasil podia ir pra lá dar aulas de 'Como conquistar o Cliente'.
Você sabe como as grandes potências fazem para destruir um povo?
Impõem suas crenças e cultura.
Se você parar para observar, em todo filme dos EUA a bandeira nacional aparece, e geralmente na hora em que estamos emotivos.
Vocês têm uma língua que, apesar de não se parecer quase nada com a língua portuguesa, é chamada de língua portuguesa, enquanto que as empresas de software a chamam de português brasileiro, porque não conseguem se comunicar com os seus usuários brasileiros através da língua Portuguesa.
Os brasileiros são vitimas de vários crimes contra a pátria, crenças, cultura, língua, etc...
Os brasileiros mais esclarecidos sabem que temos muitas razões para resgatar suas raízes culturais.
Os dados são da Antropos Consulting:
1. O Brasil é o país que tem tido maior sucesso no combate à AIDS e de outras doenças sexualmente transmissíveis, e vem sendo exemplo mundial.
2. O Brasil é o único país do hemisfério sul que está participando do Projeto Genoma.
3. Numa pesquisa envolvendo 50 cidades de diversos países, a cidade do Rio de Janeiro foi considerada a mais solidária.
4. Nas eleições de 2000, o sistema do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) estava informatizado em todas as regiões do Brasil, com resultados em menos de 24 horas depois do início das apurações.
O modelo chamou a atenção de uma das maiores potências mundiais: os Estados Unidos, onde a
apuração dos votos teve que ser refeita várias vezes, atrasando o resultado e colocando em xeque a credibilidade do processo.
5. Mesmo sendo um país em desenvolvimento, os internautas brasileiros representam uma fatia de 40% do mercado na América Latina.
6. No Brasil, há 14 fábricas de veículos instaladas e outras 4 se instalando, enquanto alguns países vizinhos não possuem nenhuma.
7. Das crianças e adolescentes entre 7 a 14 anos, 97,3% estão estudando.
8. O mercado de telefones celulares do Brasil é o segundo do mundo, com 650 mil novas habilitações a cada mês.
9. Na telefonia fixa, o país ocupa a quinta posição em número de linhas instaladas.
10. Das empresas brasileiras, 6.890 possuem certificado de qualidade ISO-9000, maior número entre os países em desenvolvimento.
No México, são apenas 300 empresas e 265 na Argentina.
11. O Brasil é o segundo maior mercado de jatos e helicópteros executivos.
Por que vocês têm esse vício de só falar mal do Brasil?
1. Por que não se orgulham em dizer que o mercado editorial de livros é maior do que o da Itália, com mais de 50 mil títulos novos a cada ano?
2. Que têm o mais moderno sistema bancário do planeta?
3. Que suas agências de publicidade ganham os melhores e maiores prêmios mundiais?
4. Por que não falam que são o país mais empreendedor do mundo e que mais de 70% dos brasileiros, pobres e ricos, dedicam considerável parte de seu tempo em trabalhos voluntários?
5. Por que não dizem que são hoje a terceira maior democracia do mundo?
6. Que apesar de todas as mazelas, o Congresso está punindo seus próprios membros, o que raramente ocorre em outros países ditos civilizados?
7. Por que não se lembram que o povo brasileiro é um povo hospitaleiro, que se esforça para falar a língua dos turistas, gesticula e não mede esforços para atendê-los bem?
Por que não se orgulham de ser um povo que faz piada da própria desgraça e que enfrenta os desgostos sambando?.
É! O Brasil é um país abençoado de fato.
Bendito este povo, que possui a magia de unir todas as raças, de todos os credos.
Bendito este povo, que sabe entender todos os sotaques.
Bendito este povo, que oferece todos os tipos de climas para contentar toda gente.
Bendita seja, querida pátria chamada Brasil!!
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
PROFETIZANDO DÁ ?
2 Crônicas 7.14 -
"Se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e me buscar, e se converter dos seus maus caminhos, então, eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra"
O pacote da Restauração é composto de posturas litúrgicas e práticas.
Não dá para escolher uma destas posturas e postergar as outras.
O contrato é unilateral, ou seja, Deus estabelece as condições e nós assinamos em baixo.
Ou estamos dentro ou estamos fora.
Aqui estão as cláusulas (Esboçadas do Texto acima):
1. Descobrir sua identidade espiritual (se chama pelo meu nome).
2. Descobrir a si mesmo colocando-se no seu devido lugar (se humilhar).
3. Descobrir o poder da oração (orar).
4. Descobrir sua real necessidade (e me buscar).
5. Descobrir como retornar (se arrepender dos seus maus caminhos).
CONCLUSÃO:
Qual é a garantia de que um ato profético surtirá efeito?
Somente se as declarações, as orações, as petições, as imprecações, as unções e as profecias procederem de quem está comprometido com a liturgia e a prática de princípios bíblicos.
Para estes Deus diz:
Eu ouvirei do Céu, perdoarei os seus pecados e sararei a terra.
Se o nosso compromisso for apenas com a liturgia, estaremos apenas conversando com as paredes, com os postes, com os monumentos e com as bananeiras.
Do jeito que o diabo gosta.
Qual é a sua ênfase?
1. Liturgia ( )
2. Prática da justiça ( )
3. As duas opções ( )
É melhor obedecer ou sacrificar?
Por que,
apesar dos nossos atos proféticos, do óleo derramado, das marchas, das imprecações e do crescente número de evangélicos em nosso país,
tudo continua na mesma direção de sempre?
1. O morro continua dominado pelo tráfico.
2. O presidente faz aliança com Judas e não conosco.
3. A corrupção não tem pé de freio.
4. O analfabetismo não acaba.
5. A gripe suína, a AIDS e outras pestilências nos assolam.
6. Etc., Etc. e Etc.
Você, leitor, não sabe qual é a resposta ou tem medo dela?
"Se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e me buscar, e se converter dos seus maus caminhos, então, eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra"
O pacote da Restauração é composto de posturas litúrgicas e práticas.
Não dá para escolher uma destas posturas e postergar as outras.
O contrato é unilateral, ou seja, Deus estabelece as condições e nós assinamos em baixo.
Ou estamos dentro ou estamos fora.
Aqui estão as cláusulas (Esboçadas do Texto acima):
1. Descobrir sua identidade espiritual (se chama pelo meu nome).
2. Descobrir a si mesmo colocando-se no seu devido lugar (se humilhar).
3. Descobrir o poder da oração (orar).
4. Descobrir sua real necessidade (e me buscar).
5. Descobrir como retornar (se arrepender dos seus maus caminhos).
CONCLUSÃO:
Qual é a garantia de que um ato profético surtirá efeito?
Somente se as declarações, as orações, as petições, as imprecações, as unções e as profecias procederem de quem está comprometido com a liturgia e a prática de princípios bíblicos.
Para estes Deus diz:
Eu ouvirei do Céu, perdoarei os seus pecados e sararei a terra.
Se o nosso compromisso for apenas com a liturgia, estaremos apenas conversando com as paredes, com os postes, com os monumentos e com as bananeiras.
Do jeito que o diabo gosta.
Qual é a sua ênfase?
1. Liturgia ( )
2. Prática da justiça ( )
3. As duas opções ( )
É melhor obedecer ou sacrificar?
Por que,
apesar dos nossos atos proféticos, do óleo derramado, das marchas, das imprecações e do crescente número de evangélicos em nosso país,
tudo continua na mesma direção de sempre?
1. O morro continua dominado pelo tráfico.
2. O presidente faz aliança com Judas e não conosco.
3. A corrupção não tem pé de freio.
4. O analfabetismo não acaba.
5. A gripe suína, a AIDS e outras pestilências nos assolam.
6. Etc., Etc. e Etc.
Você, leitor, não sabe qual é a resposta ou tem medo dela?
APRENDENDO A ABRIR O PACOTE DA BÊNÇÃO
INTRODUÇÃO:
O topo da montanha é alcançado mediante o cumprimento de algumas etapas.
Clichês e fórmulas litúrgicas enlatadas estão na crista da onda.
Religiosidade tipo Plug & Play.
É declarar, ou ungir, ou declarar, ou repetir ou comprar e correr pro abraço.
O peso e a comodidade destes enlatados depende muito de quem o inventou.
Não posso ficas fora desta onda.
Quem disse que não posso inventar o última novidade?
A. Para começar vamos criar um marketin religioso com frases triunfalistas:
1.Crê somente!
2.Oferte 100 para ganhar 1000!
3.Declare!
4.Profetize!
5.Unja!
6.Sete voltas na casa!
B. Preciso dar um jeito de alcançar a bêncão mais complete contornando as dificuldades da escalada.
1.Novas posturas e palavras mágicas.
2.Bugingangas ungidas.
3.Oferecer mais facilidade.
▪Sabonete da purificação exige menos do que quebrantamento e mudança de vida.
▪Profetizar prosperidade é mais fácil do que dar R$ 50,00 para o carente.
4.Jogar uns trocos na sacola das ofertas é mais fácil do que parar as contas.
5.Chamar de inadimplente pesa menos do que o rótulo de caloteiro.
C. Vamos evitar a fadiga com constrangimentos e exigências difíceis de cumprir.
1.Reconhecer o pecado é bíblico, mas justificar é inteligente.
2.Ativismo, orações, campanhas e jejuns aparentam santidade e mascaram a amargura da alma.
3.Levantar as mãos e dançar é mais fácil do que obedecer.
4.Sirva-se de uma colorida salada litúrgica temperada com frases e gestos santificados indicados por revelações extras e palavras proféticas.
5.Caia no Espírito e cole na parede como lagartixa que se sentirá aprovado por Deus.
6.O frequentador deve pensar que se tornou digno da ação de Deus.
CONCLUSÃO:
Nada como um contrato de compra e venda de um bolo religioso feito de frases corporativas associadas à bugingangas ungidas, temperado com ativismo denominacional e reforçado por malabarismos litúrgicos.
Cada um escolhe o tipo de eternidade que deseja experimentar.
O negócio é mostrar sempre um belo clima de festa. Sorrisos, Bandas, Pulos e Abraços.
Atenção para a cláusula quase invisível:
Esta receita não oferece garantias de salvação eterna.
Ubirajara Crespo
O topo da montanha é alcançado mediante o cumprimento de algumas etapas.
Clichês e fórmulas litúrgicas enlatadas estão na crista da onda.
Religiosidade tipo Plug & Play.
É declarar, ou ungir, ou declarar, ou repetir ou comprar e correr pro abraço.
O peso e a comodidade destes enlatados depende muito de quem o inventou.
Não posso ficas fora desta onda.
Quem disse que não posso inventar o última novidade?
A. Para começar vamos criar um marketin religioso com frases triunfalistas:
1.Crê somente!
2.Oferte 100 para ganhar 1000!
3.Declare!
4.Profetize!
5.Unja!
6.Sete voltas na casa!
B. Preciso dar um jeito de alcançar a bêncão mais complete contornando as dificuldades da escalada.
1.Novas posturas e palavras mágicas.
2.Bugingangas ungidas.
3.Oferecer mais facilidade.
▪Sabonete da purificação exige menos do que quebrantamento e mudança de vida.
▪Profetizar prosperidade é mais fácil do que dar R$ 50,00 para o carente.
4.Jogar uns trocos na sacola das ofertas é mais fácil do que parar as contas.
5.Chamar de inadimplente pesa menos do que o rótulo de caloteiro.
C. Vamos evitar a fadiga com constrangimentos e exigências difíceis de cumprir.
1.Reconhecer o pecado é bíblico, mas justificar é inteligente.
2.Ativismo, orações, campanhas e jejuns aparentam santidade e mascaram a amargura da alma.
3.Levantar as mãos e dançar é mais fácil do que obedecer.
4.Sirva-se de uma colorida salada litúrgica temperada com frases e gestos santificados indicados por revelações extras e palavras proféticas.
5.Caia no Espírito e cole na parede como lagartixa que se sentirá aprovado por Deus.
6.O frequentador deve pensar que se tornou digno da ação de Deus.
CONCLUSÃO:
Nada como um contrato de compra e venda de um bolo religioso feito de frases corporativas associadas à bugingangas ungidas, temperado com ativismo denominacional e reforçado por malabarismos litúrgicos.
Cada um escolhe o tipo de eternidade que deseja experimentar.
O negócio é mostrar sempre um belo clima de festa. Sorrisos, Bandas, Pulos e Abraços.
Atenção para a cláusula quase invisível:
Esta receita não oferece garantias de salvação eterna.
Ubirajara Crespo
"QUEM LEVA O FILHO PRA IGREJA NÃO VAI BUSCÁ-LO NA CADEIA"
Em pesquisa realizada em março de 2004, pelo IBOPE, entre os psicólogos do Conselho Federal de Psicologia, os entrevistados colocaram o Dr. Içami Tiba como terceiro autor de referência e admiração - o primeiro nacional.
• 1º- lugar: Sigmund Freud;
• 2º- lugar: Gustav Jung;
• 3º- Lugar: Içami Tiba
Palestra realizada pelo Dr. Içami Tiba:
1. A educação não pode ser delegada à escola. Aluno é transitório. Filho é para sempre.
2. O quarto não é lugar para fazer criança cumprir castigo. Não se pode castigar com internet, som, TV, etc.
3. Educar significa punir as condutas derivadas de um comportamento errôneo. Queimou índio pataxó, a pena (condenação judicial) deve ser passar o dia todo em hospital de queimados.
4. É preciso confrontar o que o filho conta com a verdade real. Se falar que professor o xingou, tem que ir até a escola e ouvir o outro lado, além das testemunhas.
5. Informação é diferente de conhecimento.. O ato de conhecer vem após o ato de ser informado de alguma coisa. Não são todos que conhecem. Conhecer camisinha e não usar significa que não se tem o conhecimento da prevenção que a camisinha proporciona.
6. A autoridade deve ser compartilhada entre os pais. Ambos devem mandar. Não podem sucumbir aos desejos da criança. Criança não quer comer? A mãe não pode alimentá-la. A criança deve aguardar até a próxima refeição que a família fará. A criança não pode alterar as regras da casa. A mãe NÃO PODE interferir nas regras ditadas pelo pai (e nas punições também) e vice-versa. Se o pai determinar que não haverá um passeio, a mãe não pode interferir. Tem que respeitar sob pena de criar um delinqüente.
7. Em casa que tem comida, criança não morre de fome . Se ela quiser comer, saberá a hora. E é o adulto quem tem que dizer QUAL É A HORA de se comer e o que comer.
8. A criança deve ser capaz de explicar aos pais a matéria que estudou e na qual será testada. Não pode simplesmente repetir, decorado. Tem que entender.
9. É preciso transmitir aos filhos a idéia de que temos de produzir o máximo que podemos. Isto porque na vida não podemos aceitar a média exigida pelo colégio: não podemos dar 70% de nós, ou seja, não podemos tirar 7,0.
10. As drogas e a gravidez indesejada estão em alta porque os adolescentes estão em busca de prazer. E o prazer é inconseqüente.
11. A gravidez é um sucesso biológico e um fracasso sob o ponto de vista sexual.
12. Maconha não produz efeito só quando é utilizada. Quem está são, mas é dependente, agride a mãe para poder sair de casa, para fazer uso da droga . A mãe deve, então, virar as costas e não aceitar as agressões. Não pode ficar discutindo e tentando dissuadi-lo da idéia. Tem que dizer que não conversará com ele e pronto. Deve 'abandoná-lo'.
13. A mãe é incompetente para 'abandonar' o filho. Se soubesse fazê-lo, o filho a respeitaria. Como sabe que a mãe está sempre ali, não a respeita.
14. Se o pai ficar nervoso porque o filho aprontou alguma coisa, não deve alterar a voz. Deve dizer que está nervoso e, por isso, não quer discussão até ficar calmo. A calmaria, deve o pai dizer, virá em 2, 3, 4 dias. Enquanto isso, o videogame, as saídas, a balada, ficarão suspensas, até ele se acalmar e aplicar o devido castigo.
15. Se o filho não aprendeu ganhando, tem que aprender perdendo..
16. Não pode prometer presente pelo sucesso que é sua obrigação. Tirar nota boa é obrigação. Não xingar avós é obrigação. Ser polido é obrigação. Passar no vestibular é obrigação. Se ganhou o carro após o vestibular, ele o perderá se for mal na faculdade.
17. Quem educa filho é pai e mãe. Avós não podem interferir na educação do neto, de maneira alguma. Jamais. Não é cabível palpite. Nunca..
18. Se a mãe engolir sapos do filho, ele pensará que a sociedade terá que engolir também.
19. Videogames são um perigo: os pais têm que explicar como é a realidade, mostrar que na vida real não existem 'vidas', e sim uma única vida. Não dá para morrer e reviver. Não dá para apostar tudo, apertar o botão e zerar a dívida.
20. Professor tem que ser líder. Inspirar liderança. Não pode apenas bater cartão.
21. Pais e mães não pode se valer do filho por uma inabilidade que eles tenham. 'Filho, digite isso aqui pra mim porque não sei lidar com o computador'. Pais têm que saber usar o Skype, pois no mundo em que a ligação é gratuita pelo Skype, é inconcebível pagarem para falar com o filho que mora longe.
22. O erro mais freqüente na educação do filho é colocá-lo no topo da casa. O filho não pode ser a razão de viver de um casal. O filho é um dos elementos. O casal tem que deixá-lo, no máximo, no mesmo nível que eles. A sociedade pagará o preço quando alguém é educado achando-se o centro do universo.
23. Filhos drogados são aqueles que sempre estiveram no topo da família.
24. Cair na conversa do filho é criar um marginal. Filho não pode dar palpite em coisa de adulto. Se ele quiser opinar sobre qual deve ser a geladeira, terá que mostrar qual é o consumo (kWh) da que ele indicar. Se quiser dizer como deve ser a nova casa, tem que dizer quanto isso (seus supostos luxos) incrementará o gasto final.
25. Dinheiro 'a rodo' para o filho é prejudicial. Mesmo que os pais o tenham, precisam controlar e ensinar a gastar.
O palestrante é membro eleito do Board of Directors of the International Association of Group Psychotherapy.
Conselheiro do Instituto Nacional de Capacitação e Educação para o Trabalho "Via de Acesso". Professor de cursos e workshops no Brasil e no Exterior.
• 1º- lugar: Sigmund Freud;
• 2º- lugar: Gustav Jung;
• 3º- Lugar: Içami Tiba
Palestra realizada pelo Dr. Içami Tiba:
1. A educação não pode ser delegada à escola. Aluno é transitório. Filho é para sempre.
2. O quarto não é lugar para fazer criança cumprir castigo. Não se pode castigar com internet, som, TV, etc.
3. Educar significa punir as condutas derivadas de um comportamento errôneo. Queimou índio pataxó, a pena (condenação judicial) deve ser passar o dia todo em hospital de queimados.
4. É preciso confrontar o que o filho conta com a verdade real. Se falar que professor o xingou, tem que ir até a escola e ouvir o outro lado, além das testemunhas.
5. Informação é diferente de conhecimento.. O ato de conhecer vem após o ato de ser informado de alguma coisa. Não são todos que conhecem. Conhecer camisinha e não usar significa que não se tem o conhecimento da prevenção que a camisinha proporciona.
6. A autoridade deve ser compartilhada entre os pais. Ambos devem mandar. Não podem sucumbir aos desejos da criança. Criança não quer comer? A mãe não pode alimentá-la. A criança deve aguardar até a próxima refeição que a família fará. A criança não pode alterar as regras da casa. A mãe NÃO PODE interferir nas regras ditadas pelo pai (e nas punições também) e vice-versa. Se o pai determinar que não haverá um passeio, a mãe não pode interferir. Tem que respeitar sob pena de criar um delinqüente.
7. Em casa que tem comida, criança não morre de fome . Se ela quiser comer, saberá a hora. E é o adulto quem tem que dizer QUAL É A HORA de se comer e o que comer.
8. A criança deve ser capaz de explicar aos pais a matéria que estudou e na qual será testada. Não pode simplesmente repetir, decorado. Tem que entender.
9. É preciso transmitir aos filhos a idéia de que temos de produzir o máximo que podemos. Isto porque na vida não podemos aceitar a média exigida pelo colégio: não podemos dar 70% de nós, ou seja, não podemos tirar 7,0.
10. As drogas e a gravidez indesejada estão em alta porque os adolescentes estão em busca de prazer. E o prazer é inconseqüente.
11. A gravidez é um sucesso biológico e um fracasso sob o ponto de vista sexual.
12. Maconha não produz efeito só quando é utilizada. Quem está são, mas é dependente, agride a mãe para poder sair de casa, para fazer uso da droga . A mãe deve, então, virar as costas e não aceitar as agressões. Não pode ficar discutindo e tentando dissuadi-lo da idéia. Tem que dizer que não conversará com ele e pronto. Deve 'abandoná-lo'.
13. A mãe é incompetente para 'abandonar' o filho. Se soubesse fazê-lo, o filho a respeitaria. Como sabe que a mãe está sempre ali, não a respeita.
14. Se o pai ficar nervoso porque o filho aprontou alguma coisa, não deve alterar a voz. Deve dizer que está nervoso e, por isso, não quer discussão até ficar calmo. A calmaria, deve o pai dizer, virá em 2, 3, 4 dias. Enquanto isso, o videogame, as saídas, a balada, ficarão suspensas, até ele se acalmar e aplicar o devido castigo.
15. Se o filho não aprendeu ganhando, tem que aprender perdendo..
16. Não pode prometer presente pelo sucesso que é sua obrigação. Tirar nota boa é obrigação. Não xingar avós é obrigação. Ser polido é obrigação. Passar no vestibular é obrigação. Se ganhou o carro após o vestibular, ele o perderá se for mal na faculdade.
17. Quem educa filho é pai e mãe. Avós não podem interferir na educação do neto, de maneira alguma. Jamais. Não é cabível palpite. Nunca..
18. Se a mãe engolir sapos do filho, ele pensará que a sociedade terá que engolir também.
19. Videogames são um perigo: os pais têm que explicar como é a realidade, mostrar que na vida real não existem 'vidas', e sim uma única vida. Não dá para morrer e reviver. Não dá para apostar tudo, apertar o botão e zerar a dívida.
20. Professor tem que ser líder. Inspirar liderança. Não pode apenas bater cartão.
21. Pais e mães não pode se valer do filho por uma inabilidade que eles tenham. 'Filho, digite isso aqui pra mim porque não sei lidar com o computador'. Pais têm que saber usar o Skype, pois no mundo em que a ligação é gratuita pelo Skype, é inconcebível pagarem para falar com o filho que mora longe.
22. O erro mais freqüente na educação do filho é colocá-lo no topo da casa. O filho não pode ser a razão de viver de um casal. O filho é um dos elementos. O casal tem que deixá-lo, no máximo, no mesmo nível que eles. A sociedade pagará o preço quando alguém é educado achando-se o centro do universo.
23. Filhos drogados são aqueles que sempre estiveram no topo da família.
24. Cair na conversa do filho é criar um marginal. Filho não pode dar palpite em coisa de adulto. Se ele quiser opinar sobre qual deve ser a geladeira, terá que mostrar qual é o consumo (kWh) da que ele indicar. Se quiser dizer como deve ser a nova casa, tem que dizer quanto isso (seus supostos luxos) incrementará o gasto final.
25. Dinheiro 'a rodo' para o filho é prejudicial. Mesmo que os pais o tenham, precisam controlar e ensinar a gastar.
O palestrante é membro eleito do Board of Directors of the International Association of Group Psychotherapy.
Conselheiro do Instituto Nacional de Capacitação e Educação para o Trabalho "Via de Acesso". Professor de cursos e workshops no Brasil e no Exterior.
sábado, 17 de outubro de 2009
SABE O QUE É IGREJA FESTEIRA?
CRISTIANISMO DE ENTRETENIMENTO - John MacArthur
A Igreja pode enfrentar a apatia e o materialismo satisfazendo o apetite das pessoas por entretenimento?
Evidentemente, muitas pessoas das igrejas pensam assim, enquanto uma igreja após outra salta para o vagão dos cultos de entretenimento.
Uma tendência inquietante está levando muitas igrejas ortodoxas a se afastarem das prioridades bíblicas.
O QUE ELES QUEREM:
Os templos das Igrejas estão sendo construídos no estilo de teatros.
Ao invés de no púlpito, a ênfase se concentra no palco.
Alguns templos possuem grandes plataformas, que giram ou sobem e descem, com luzes coloridas e poderosas mesas de som.
Os pastores espirituais estão dando lugar aos especialistas em comunicação, aos consultores de programação, aos diretores de palco, aos peritos em efeitos especiais e aos coreógrafos.
O objetivo é dar ao auditório aquilo que eles desejam.
Moldar o culto da igreja aos desejos dos frequentadores atrai muitas pessoas.
Como resultado disso, os pastores se tornam mais parecidos com políticos do que com verdadeiros pastores, mais preocupados em atrair as pessoas do que em guiar e edificar o rebanho que Deus lhes confiou.
A congregação recebe um entretenimento profissional, em que a dramatização, os rítmos populares e, talvez, um sermão de sugestões sutís e de aceitação imediata constituem oculto de adoração.
Mas a ênfase concentra-se no entretenimento e não na adoração.
A IDÉIA FUNDAMENTAL:
O que fundamenta esta tendência é a idéia de que a igreja tem de “vender” o evangelho aos incrédulos — a igreja compete por consumidores, no mesmo nível dos grandes produtos.
Mais e mais igrejas estão dependendo de técnicas de vendas para se oferecerem ao mundo. Essa filosofia resulta de péssima teologia.
Presume que, se você colocar o evangelho na embalagem correta, as pessoas serão salvas.
Essa maneira de lidar com o evangelho se fundamenta na teologia arminiana.
Vê a conversão como nada mais do que um ato da vontade humana.
Seu objetivo é uma decisão instantânea, ao invés de uma mudança radical do coração.
Além disso, toda esta corrupção do evangelho presume que os cultos da Igreja teem o objetivo primário de recrutar os incrédulos.
Algumas igrejas abandonaram a adoração no sentido bíblico.
Outras relegaram a pregação convencional aos cultos de grupos pequenos em uma noite da semana.
Mas isso se afasta do principal ensino de Hebreus 1O.24,25:
“Consideremo-nos também uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras.
Não abandonemos a nossa própria congregação...”.
O VERDADEIRO PADRÃO:
Atos 2.42 nos mostra o padrão que a igreja primitiva seguia, quando os crentes se reuniam:
“E perseveravam na doutrina dos apóstolos e na comunhão, no partir do pão e nas orações”. Devemos observar que as prioridades da Igreja eram adorar a Deus e edificar os irmãos.
A igreja se reunia para adoração e edificação — e se espalhava para evangelizar o mundo.
Nosso Senhor comissionou seus discípulos a evangelizar, utilizando as seguintes palavras:
“Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações” (Mateus 28.19).
Ele deixou claro que sua igreja não tem de ficar esperando (ou convidando) o mundo para vir às suas reuniões, e sim que ela tem de ir ao mundo.
Essa é uma responsabilidade de todo crente.
Receio que uma abordagem cuja ênfase se concentra em uma apresentação agradável do evangelho, no templo da Igreja, absolve muitos crentes de sua obrigação pessoal de ser luz no mundo (Mateus 5.16).
ESTILO DE VIDA:
A sociedade está repleta de pessoas que querem o que querem quando o querem.
Elas vivem em seu próprio estilo de vida, recreação e entretenimento.
Quando as igrejas apelam a esses desejos egoístas, elas simplesmente põem lenha nesse fogo e ocultam a verdadeira piedade.
Algumas dessas igrejas estão crescendo em expoentes elevados, enquanto outras que não utilizam o entretenimento estão lutando.
Muitos líderes de Igrejas desejam crescimento numérico em suas Igrejas, por isso, estão abraçando a filosofia de “entretenimento em primeiro lugar”.
Considere o que esta filosofia causa à própria mensagem do evangelho.
Alguns afirmam que, se os princípios bíblicos são apresentados, não devemos nos preocupar com os meios pelos quais eles são apresentados.
Isto é ilógico. Por que não realizarmos um verdadeiro show de entretenimento?
Um atirador de facas tatuado fazendo malabarismo com serras de aço se apresentaria, enquanto alguém gritaria versículos bíblicos.
Isso atrairia uma multidão, você não acha?
É um cenário bizarro, mas é um cenário que ilustra como os meios podem baratear e corromper a mensagem.
TORNANDO VULGAR:
Infelizmente, este cenário não é muito diferente do que algumas igrejas estão fazendo. Roqueiros, punk, ventríloquos, palhaços e artistas famosos têm ocupado o lugar do pregador — e estão degradando o evangelho.
Creio que podemos ser inovadores e criativos na maneira como apresentamos o evangelho, mas temos de ser cuidadosos em harmonizar nossos métodos com a profunda verdade espiritual que procuramos transmitir.
É muito fácil vulgarizarmos a mensagem sagrada.
Não se apresse em abraçar as tendências das superigrejas de alta tecnologia.
E não zombe da adoração e da pregação convencionais.
Não precisamos de abordagens astuciosas para que tenhamos pessoas salvas (1 Coríntios 1.21). Precisamos tão somente retornar à pregação da verdade.
Extraído do Boletim da Primeira Igreja Batista em Amparo-SP - domingo 25/10/09,
pastoreada pelo meu filho João Marcos que graças a Deus lidera a igreja com princípios bíblicos.
Adelino Ferreira
A Igreja pode enfrentar a apatia e o materialismo satisfazendo o apetite das pessoas por entretenimento?
Evidentemente, muitas pessoas das igrejas pensam assim, enquanto uma igreja após outra salta para o vagão dos cultos de entretenimento.
Uma tendência inquietante está levando muitas igrejas ortodoxas a se afastarem das prioridades bíblicas.
O QUE ELES QUEREM:
Os templos das Igrejas estão sendo construídos no estilo de teatros.
Ao invés de no púlpito, a ênfase se concentra no palco.
Alguns templos possuem grandes plataformas, que giram ou sobem e descem, com luzes coloridas e poderosas mesas de som.
Os pastores espirituais estão dando lugar aos especialistas em comunicação, aos consultores de programação, aos diretores de palco, aos peritos em efeitos especiais e aos coreógrafos.
O objetivo é dar ao auditório aquilo que eles desejam.
Moldar o culto da igreja aos desejos dos frequentadores atrai muitas pessoas.
Como resultado disso, os pastores se tornam mais parecidos com políticos do que com verdadeiros pastores, mais preocupados em atrair as pessoas do que em guiar e edificar o rebanho que Deus lhes confiou.
A congregação recebe um entretenimento profissional, em que a dramatização, os rítmos populares e, talvez, um sermão de sugestões sutís e de aceitação imediata constituem oculto de adoração.
Mas a ênfase concentra-se no entretenimento e não na adoração.
A IDÉIA FUNDAMENTAL:
O que fundamenta esta tendência é a idéia de que a igreja tem de “vender” o evangelho aos incrédulos — a igreja compete por consumidores, no mesmo nível dos grandes produtos.
Mais e mais igrejas estão dependendo de técnicas de vendas para se oferecerem ao mundo. Essa filosofia resulta de péssima teologia.
Presume que, se você colocar o evangelho na embalagem correta, as pessoas serão salvas.
Essa maneira de lidar com o evangelho se fundamenta na teologia arminiana.
Vê a conversão como nada mais do que um ato da vontade humana.
Seu objetivo é uma decisão instantânea, ao invés de uma mudança radical do coração.
Além disso, toda esta corrupção do evangelho presume que os cultos da Igreja teem o objetivo primário de recrutar os incrédulos.
Algumas igrejas abandonaram a adoração no sentido bíblico.
Outras relegaram a pregação convencional aos cultos de grupos pequenos em uma noite da semana.
Mas isso se afasta do principal ensino de Hebreus 1O.24,25:
“Consideremo-nos também uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras.
Não abandonemos a nossa própria congregação...”.
O VERDADEIRO PADRÃO:
Atos 2.42 nos mostra o padrão que a igreja primitiva seguia, quando os crentes se reuniam:
“E perseveravam na doutrina dos apóstolos e na comunhão, no partir do pão e nas orações”. Devemos observar que as prioridades da Igreja eram adorar a Deus e edificar os irmãos.
A igreja se reunia para adoração e edificação — e se espalhava para evangelizar o mundo.
Nosso Senhor comissionou seus discípulos a evangelizar, utilizando as seguintes palavras:
“Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações” (Mateus 28.19).
Ele deixou claro que sua igreja não tem de ficar esperando (ou convidando) o mundo para vir às suas reuniões, e sim que ela tem de ir ao mundo.
Essa é uma responsabilidade de todo crente.
Receio que uma abordagem cuja ênfase se concentra em uma apresentação agradável do evangelho, no templo da Igreja, absolve muitos crentes de sua obrigação pessoal de ser luz no mundo (Mateus 5.16).
ESTILO DE VIDA:
A sociedade está repleta de pessoas que querem o que querem quando o querem.
Elas vivem em seu próprio estilo de vida, recreação e entretenimento.
Quando as igrejas apelam a esses desejos egoístas, elas simplesmente põem lenha nesse fogo e ocultam a verdadeira piedade.
Algumas dessas igrejas estão crescendo em expoentes elevados, enquanto outras que não utilizam o entretenimento estão lutando.
Muitos líderes de Igrejas desejam crescimento numérico em suas Igrejas, por isso, estão abraçando a filosofia de “entretenimento em primeiro lugar”.
Considere o que esta filosofia causa à própria mensagem do evangelho.
Alguns afirmam que, se os princípios bíblicos são apresentados, não devemos nos preocupar com os meios pelos quais eles são apresentados.
Isto é ilógico. Por que não realizarmos um verdadeiro show de entretenimento?
Um atirador de facas tatuado fazendo malabarismo com serras de aço se apresentaria, enquanto alguém gritaria versículos bíblicos.
Isso atrairia uma multidão, você não acha?
É um cenário bizarro, mas é um cenário que ilustra como os meios podem baratear e corromper a mensagem.
TORNANDO VULGAR:
Infelizmente, este cenário não é muito diferente do que algumas igrejas estão fazendo. Roqueiros, punk, ventríloquos, palhaços e artistas famosos têm ocupado o lugar do pregador — e estão degradando o evangelho.
Creio que podemos ser inovadores e criativos na maneira como apresentamos o evangelho, mas temos de ser cuidadosos em harmonizar nossos métodos com a profunda verdade espiritual que procuramos transmitir.
É muito fácil vulgarizarmos a mensagem sagrada.
Não se apresse em abraçar as tendências das superigrejas de alta tecnologia.
E não zombe da adoração e da pregação convencionais.
Não precisamos de abordagens astuciosas para que tenhamos pessoas salvas (1 Coríntios 1.21). Precisamos tão somente retornar à pregação da verdade.
Extraído do Boletim da Primeira Igreja Batista em Amparo-SP - domingo 25/10/09,
pastoreada pelo meu filho João Marcos que graças a Deus lidera a igreja com princípios bíblicos.
Adelino Ferreira
ISRAEL DE DEUS NUNCA FOI A IGREJA
QUEM É O ISRAEL DE DEUS?
Pode-se dizer que o outono está se aproximando quando as folhas começam a fazer barulho ao vento frio.
Há um vento teológico gelado que está soprando na forma de uma atitude que nega o direito de Israel à Terra Santa, conforme estabelece a Aliança de Deus com Abraão.
Essa negação está, aos poucos, tornando-se bem visível entre os dispensacionalistas progressistas (DP).
Embora rejeitem essa acusação, os fatos indicam que eles estão cada vez mais desinteressados em apoiar o direito dos atuais judeus de viverem em sua antiga terra.
Por um lado, eles afirmam ter sempre sustentado o cumprimento profético da volta física de Cristo e da conversão e restauração do povo judeu a suas raízes territoriais.
Na melhor das hipóteses, essa crença parece fraca.
Por outro lado, a voz de apoio dos DPs está agora mudando de posição.
Essa mudança vem na forma de críticas contra o povo israelense e sua atual defesa de sua própria existência.
Essas críticas procedem atualmente de alguns líderes evangélicos de grandes seminários, que costumavam ser firmemente dispensacionalistas, mas que estão perdendo seu amor e diminuindo seu apoio tácito ao povo judeu!
A outra fonte de negação não é nova.
Os amilenistas sempre negaram ou ignoraram as reivindicações literais da Aliança Abraâmica a uma volta histórica literal do povo judeu à sua terra.
Recentemente, porém, parece que essa voz está encontrando oportunidades de se fortalecer.
Um exemplo é a publicação de O Israel de Deus, escrito por O. Palmer Robertson.
O livro apresenta o amilenismo requentado com seus costumeiros argumentos fracos, mas com uma estratégia nova de censurar a atual geração de judeus por sua reivindicação à terra [de Israel].
Essa crítica é logo seguida por [uma espécie de] apoio à reivindicação do povo palestino à Terra Santa.
Em sua análise, Robertson freqüentemente faz uso de artimanhas ilusórias!
No mesmo parágrafo, ele parece confundir propositalmente sua discussão da Antiga Aliança (a Lei) e as promessas proféticas da Aliança Abraâmica, que dá a terra perpetuamente aos descendentes de Abraão (é da Aliança Abraâmica que vem a expressão “terra prometida”.)
Além disso, ele parece não dar atenção ao fato de que foi um Deus soberano que fez promessas firmes e literais de restaurar Seu povo terreno à terra.
Na maior parte, ele simplesmente argumenta contra a reivindicação dos judeus à terra a partir da atual crise política.
Abaixo está um exemplo claro de como Robertson mistura os pactos bíblicos do Antigo Testamento.
Ele faz isso de propósito ou por ignorância.
Robertson escreve que há aqueles que hoje reivindicam um relacionamento de aliança com Deus com base na administração da antiga aliança.
Eles ainda consideram válida a aliança que Deus fez com Abraão na forma pela qual foi originariamente administrada.
Teriam eles o direito legítimo sobre a terra da Bíblia?
Enquanto um grande número de árabes está tentando matar todos os judeus ou expulsá-los completamente, milhares de árabes vivem pacificamente, sem sofrer nenhum perigo,
sob o governo israelense.
Eis como Robertson responde a sua própria pergunta:
Um grande problema dessa posição é que há outros povos nesse território que também o reivindicam, especialmente porque ele pertencia às suas famílias havia várias gerações.
Na primeira citação, Robertson parece confuso.
A “administração da antiga aliança” seria uma referência à Aliança Mosaica – a Lei – não à Aliança Abraâmica.
Os judeus receberam a promessa da terra através da Aliança Abraâmica, não da Mosaica, embora fossem inicialmente expulsos da terra por não obedecerem à Lei de Moisés, à qual ninguém jamais pôde obedecer!
Na segunda citação, Robertson não parece estar ciente da história do Oriente Médio.
Nunca houve uma nação “palestina” naquela terra. Durante séculos aquele território ficou sob o controle de governantes muçulmanos e, depois, dos turcos, que governaram a região com mão de ferro.
Os povos árabes viveram ali em pequenas vilas, como invasores e nômades.
Pelo fato dos turcos cobrarem impostos das pessoas com base no número de árvores em sua propriedade, os árabes as cortaram totalmente e deixaram a terra nua, tornando-a árida, com pântanos e terrenos secos e poeirentos.
Repito: Nunca houve uma nação “palestina” na Terra Santa.
Robertson prossegue:
Uma segunda atitude daqueles que declaram que a terra pertence eternamente aos judeus, em relação ao povo que já habitava o território, simplesmente defende que as pessoas já presentes devem ser deslocadas.
A terra deve ser desocupada, a qualquer custo, para que os judeus possam tomar posse dela.
Os pré-milenistas jamais propuseram que os árabes que vivem naquela terra sofressem atos de crueldade.
Muito pelo contrário.
Enquanto um grande número de árabes está tentando matar todos os judeus ou expulsá-los completamente, milhares de árabes vivem pacificamente, sem sofrer nenhum perigo, sob o governo israelense.
Robertson vai além com seu amilenismo e mostra como está confuso com as questões.
Ele escreve: Se a terra da Bíblia pertence aos participantes da nova aliança, como alguns afirmariam, deveria pertencer a todos os que são descendentes de Abraão pela fé, judeus ou gentios, israelitas ou palestinos (Gl 3.26-29).
Na Aliança Abraâmica (Gênesis 12.1-3), Deus prometeu a terra exclusivamente à descendência de Abraão.
Ele prometeu que através de Abraão “serão benditas todas as famílias da terra” (v. 3).
Essa “bênção” viria mediante a Nova Aliança.
Os cristãos estão hoje recebendo os benefícios da salvação através de Cristo, que a ratificou por Seu sangue e Sua morte (Lucas 22.20).
Algum dia, no futuro, os judeus reconhecerão e aceitarão Jesus como Messias e Salvador, quando Ele voltar triunfante.
Eles O aceitarão baseados na Nova Aliança.
Também naquele tempo eles herdarão as promessas relativas à terra e habitarão ali no reinado de mil anos do Senhor.
A dispensação atual da Igreja é, realmente, composta de judeus e gentios, que aceitaram Jesus como Salvador.
Juntos, no tempo presente, os crentes judeus e gentios são abençoados pela Nova Aliança, que é uma extensão do aspecto da “bênção” da Aliança Abraâmica!
Com uma interpretação inteiramente errada das alianças, e das Escrituras em geral, Robertson declara ainda:
Reconhecer a validade da reivindicação à “promessa da terra” redentora (seja como for que essa promessa seja entendida) por um grupo de pessoas identificado de alguma forma que não seja pela fé em Jesus como o Cristo inevitavelmente implica um retorno ao plano de sombras (ou tipos) das provisões de redenção da antiga aliança.
A aceitação desse tipo de reivindicação significaria uma regressão às antigas formas tipológicas da obra redentora de Deus.
Continuando, ele escreve:
O reconhecimento de um povo distinto que é recebedor das bênçãos redentoras de Deus e, no entanto, tem uma existência à parte separada da igreja de Jesus Cristo cria problemas teológicos insuperáveis.
Jesus Cristo tem somente um corpo e uma única noiva, um povo que ele chama como seu, que é o verdadeiro Israel de Deus.
Esse povo é composto de judeus e gentios que acreditam que Jesus é o Messias prometido.
Essas declarações mostram uma profunda ignorância das diferentes questões proféticas e escatológicas na Escritura.
O problema de Robertson é que ele não conhece a Bíblia tão bem quanto afirma!
A oração de Davi, de validade permanente, é:
“Orai pela paz de Jerusalém! Sejam prósperos os que te amam” (Salmo 122.6).
As promessas relativas à terra para Israel vêm através das promessas proféticas da Aliança Abraâmica, e são eternas.
Essas promessas não mudam, nem foram revogadas!
A escritura da terra pertence ao povo judeu para sempre mediante Jacó.
Embora seus olhos estejam cegos no tempo presente, algum dia os judeus serão redimidos, e realmente têm uma existência separada da Igreja.
Esses eventos ocorrerão para Israel quando a Igreja tiver sido arrebatada!
Nesta atual dispensação, há apenas um corpo, e esse corpo é a Igreja!
Entretanto, foram feitas promessas ao povo judeu, isto é, promessas nacionais.
É claro que a redenção dos judeus inclui promessas relativas à terra e o reconhecimento do Senhor Jesus como seu rei terreno e Messias!
A Bíblia nos diz:
“...toda esta terra que vês, eu ta darei, a ti [a Abraão] e à tua descendência, para sempre” (Gênesis 13.15).
“Estabelecerei a minha aliança entre mim e ti e a tua descendência no decurso das suas gerações, aliança perpétua, para ser o teu Deus e da tua descendência.
Dar-te-ei e à tua descendência a terra das tuas peregrinações, toda a terra de Canaã, em possessão perpétua, e serei o seu Deus” (Gênesis 17.7-8).
“Se falharem estas leis físicas [da lua e das estrelas] diante de mim, diz o Senhor, deixará também a descendência de Israel de ser uma nação diante de mim para sempre” (Jeremias 31.36).
O resto do livro de Robertson continua a rejeitar o direito atual dos judeus de estarem naquela terra.
Os dispensacionalistas nunca apoiaram Israel quando Israel esteve errado, e sabem que judeus se converterão antes e enquanto estiverem entrando na terra.
O Espírito Santo os persuadirá:
“Porei em vós o meu Espírito, e vivereis, e vos estabelecerei na vossa própria terra” (Ezequiel 37.14), e eles “olharão para aquele a quem traspassaram; pranteá-lo-ão como quem pranteia por um unigênito” (Zacarias 12.10).
Mas o apoio a Israel em nossos dias não deve ser abalado!
A oração de Davi, de validade permanente, é:
“Orai pela paz de Jerusalém! Sejam prósperos os que te amam” (Salmo 122.6).
E mesmo hoje, enquanto os judeus se opõem ao Evangelho, Deus ainda os ama.
Paulo escreve: “Quanto ao evangelho, são eles [os judeus] inimigos por vossa causa; quanto, porém, à eleição, amados por causa dos patriarcas [judeus]; porque os dons e a vocação de Deus são irrevogáveis” (Romanos 11.28-29).
As promessas irrevogáveis de Deus
O Senhor atualmente ama o povo judeu porque Ele lhe fez promessas irreversíveis de bênçãos.
Em outras palavras, o Senhor atualmente ama o povo judeu porque Ele lhe fez promessas irreversíveis de bênçãos.
Portanto, temos um mandato de também cuidar dele atualmente, apesar do fato dos judeus não conhecerem Jesus como seu Salvador e Messias!
O povo judeu vem reivindicando a terra que o Senhor lhe prometeu.
Sim, ele retornou em estado de incredulidade, porém Deus, em Seu próprio tempo e pelo Seu Espírito Santo, corrigirá isso.
Sabemos que os judeus ainda sofrerão na Tribulação, mas devemos nos lembrar de que, no tempo presente, o Senhor os chama “amados” por causa de Suas promessas no passado.
Os cristãos evangélicos devem ter a mesma atitude neste tempo.
Muitos palestinos vivem com os israelenses e são profundamente abençoados.
Israel é a única democracia no Oriente Médio e a justiça faz parte de suas políticas, mesmo sob a horrível pressão dos que desejam matar os judeus.
O Israel de Deus
Voltemos às declarações de Robertson.
Ele comete o mesmo erro horrendo a respeito da afirmação de Paulo, “o Israel de Deus” (Gl 6.15-16).
Nessa passagem, Paulo escreve:
“Pois nem a circuncisão é coisa alguma, nem a incircuncisão, mas o ser nova criatura. E, a todos quantos andarem de conformidade com esta regra, paz e misericórdia sejam sobre eles e sobre o Israel de Deus”.
Embora nem todos os estudiosos concordem, alguns dos gramáticos mais respeitados crêem que Paulo está se referindo a israelitas salvos e não aplicando “o Israel de Deus” como uma nova designação para a Igreja, conforme dizem os amilenistas.
Dunn escreve:
A referência... seria ao povo judeu como um todo... em outras passagens Paulo jamais chama os “cristãos” de Israel.
Mas, à luz de seu argumento inicial, a expressão deve significar o povo judeu precisamente em sua identidade na Aliança [Abraâmica], como “Israel” em vez de “os judeus”.
Bruce acrescenta:
Mas a referência ao Israel de Deus não precisa ser uma mudança de idéia. [Paulo] teria se sentido à vontade com uma oração que pedisse a Deus “paz e misericórdia sobre nós e sobre todo o Israel, teu povo”.
Sendo assim, as palavras “e sobre o Israel de Deus” teriam saído prontamente de seus lábios. Paulo tinha muita esperança na bênção final sobre Israel... o fato de que alguns israelitas estavam fazendo isso [aceitando Cristo] era, aos seus olhos, uma garantia de que esse remanescente aumentaria até que, com a reunião de todos os gentios [plenitude], “todo o Israel será salvo” (veja Romanos 11.25-26).
Essa invocação de bênção sobre o Israel de Deus provavelmente tem uma perspectiva escatológica.
O Israel de Deus é Israel!
Não é a Igreja.
Paulo nunca rotula a Igreja, na qual realmente há judeus e gentios crentes, como o “Israel de Deus”.
Conclusão
Os evangélicos devem apoiar os judeus que agora se reuniram na Terra Santa vindo de todos os lugares do mundo.
Embora alguns demonstrem resistência para confessar que essa volta que está ocorrendo hoje é parte das profecias, não pode haver dúvida de que, no mínimo, é o começo do começo.
(Mal Couch - www.scofieldprophecystudies.org - http://www.beth-shalom.com.br)
Pode-se dizer que o outono está se aproximando quando as folhas começam a fazer barulho ao vento frio.
Há um vento teológico gelado que está soprando na forma de uma atitude que nega o direito de Israel à Terra Santa, conforme estabelece a Aliança de Deus com Abraão.
Essa negação está, aos poucos, tornando-se bem visível entre os dispensacionalistas progressistas (DP).
Embora rejeitem essa acusação, os fatos indicam que eles estão cada vez mais desinteressados em apoiar o direito dos atuais judeus de viverem em sua antiga terra.
Por um lado, eles afirmam ter sempre sustentado o cumprimento profético da volta física de Cristo e da conversão e restauração do povo judeu a suas raízes territoriais.
Na melhor das hipóteses, essa crença parece fraca.
Por outro lado, a voz de apoio dos DPs está agora mudando de posição.
Essa mudança vem na forma de críticas contra o povo israelense e sua atual defesa de sua própria existência.
Essas críticas procedem atualmente de alguns líderes evangélicos de grandes seminários, que costumavam ser firmemente dispensacionalistas, mas que estão perdendo seu amor e diminuindo seu apoio tácito ao povo judeu!
A outra fonte de negação não é nova.
Os amilenistas sempre negaram ou ignoraram as reivindicações literais da Aliança Abraâmica a uma volta histórica literal do povo judeu à sua terra.
Recentemente, porém, parece que essa voz está encontrando oportunidades de se fortalecer.
Um exemplo é a publicação de O Israel de Deus, escrito por O. Palmer Robertson.
O livro apresenta o amilenismo requentado com seus costumeiros argumentos fracos, mas com uma estratégia nova de censurar a atual geração de judeus por sua reivindicação à terra [de Israel].
Essa crítica é logo seguida por [uma espécie de] apoio à reivindicação do povo palestino à Terra Santa.
Em sua análise, Robertson freqüentemente faz uso de artimanhas ilusórias!
No mesmo parágrafo, ele parece confundir propositalmente sua discussão da Antiga Aliança (a Lei) e as promessas proféticas da Aliança Abraâmica, que dá a terra perpetuamente aos descendentes de Abraão (é da Aliança Abraâmica que vem a expressão “terra prometida”.)
Além disso, ele parece não dar atenção ao fato de que foi um Deus soberano que fez promessas firmes e literais de restaurar Seu povo terreno à terra.
Na maior parte, ele simplesmente argumenta contra a reivindicação dos judeus à terra a partir da atual crise política.
Abaixo está um exemplo claro de como Robertson mistura os pactos bíblicos do Antigo Testamento.
Ele faz isso de propósito ou por ignorância.
Robertson escreve que há aqueles que hoje reivindicam um relacionamento de aliança com Deus com base na administração da antiga aliança.
Eles ainda consideram válida a aliança que Deus fez com Abraão na forma pela qual foi originariamente administrada.
Teriam eles o direito legítimo sobre a terra da Bíblia?
Enquanto um grande número de árabes está tentando matar todos os judeus ou expulsá-los completamente, milhares de árabes vivem pacificamente, sem sofrer nenhum perigo,
sob o governo israelense.
Eis como Robertson responde a sua própria pergunta:
Um grande problema dessa posição é que há outros povos nesse território que também o reivindicam, especialmente porque ele pertencia às suas famílias havia várias gerações.
Na primeira citação, Robertson parece confuso.
A “administração da antiga aliança” seria uma referência à Aliança Mosaica – a Lei – não à Aliança Abraâmica.
Os judeus receberam a promessa da terra através da Aliança Abraâmica, não da Mosaica, embora fossem inicialmente expulsos da terra por não obedecerem à Lei de Moisés, à qual ninguém jamais pôde obedecer!
Na segunda citação, Robertson não parece estar ciente da história do Oriente Médio.
Nunca houve uma nação “palestina” naquela terra. Durante séculos aquele território ficou sob o controle de governantes muçulmanos e, depois, dos turcos, que governaram a região com mão de ferro.
Os povos árabes viveram ali em pequenas vilas, como invasores e nômades.
Pelo fato dos turcos cobrarem impostos das pessoas com base no número de árvores em sua propriedade, os árabes as cortaram totalmente e deixaram a terra nua, tornando-a árida, com pântanos e terrenos secos e poeirentos.
Repito: Nunca houve uma nação “palestina” na Terra Santa.
Robertson prossegue:
Uma segunda atitude daqueles que declaram que a terra pertence eternamente aos judeus, em relação ao povo que já habitava o território, simplesmente defende que as pessoas já presentes devem ser deslocadas.
A terra deve ser desocupada, a qualquer custo, para que os judeus possam tomar posse dela.
Os pré-milenistas jamais propuseram que os árabes que vivem naquela terra sofressem atos de crueldade.
Muito pelo contrário.
Enquanto um grande número de árabes está tentando matar todos os judeus ou expulsá-los completamente, milhares de árabes vivem pacificamente, sem sofrer nenhum perigo, sob o governo israelense.
Robertson vai além com seu amilenismo e mostra como está confuso com as questões.
Ele escreve: Se a terra da Bíblia pertence aos participantes da nova aliança, como alguns afirmariam, deveria pertencer a todos os que são descendentes de Abraão pela fé, judeus ou gentios, israelitas ou palestinos (Gl 3.26-29).
Na Aliança Abraâmica (Gênesis 12.1-3), Deus prometeu a terra exclusivamente à descendência de Abraão.
Ele prometeu que através de Abraão “serão benditas todas as famílias da terra” (v. 3).
Essa “bênção” viria mediante a Nova Aliança.
Os cristãos estão hoje recebendo os benefícios da salvação através de Cristo, que a ratificou por Seu sangue e Sua morte (Lucas 22.20).
Algum dia, no futuro, os judeus reconhecerão e aceitarão Jesus como Messias e Salvador, quando Ele voltar triunfante.
Eles O aceitarão baseados na Nova Aliança.
Também naquele tempo eles herdarão as promessas relativas à terra e habitarão ali no reinado de mil anos do Senhor.
A dispensação atual da Igreja é, realmente, composta de judeus e gentios, que aceitaram Jesus como Salvador.
Juntos, no tempo presente, os crentes judeus e gentios são abençoados pela Nova Aliança, que é uma extensão do aspecto da “bênção” da Aliança Abraâmica!
Com uma interpretação inteiramente errada das alianças, e das Escrituras em geral, Robertson declara ainda:
Reconhecer a validade da reivindicação à “promessa da terra” redentora (seja como for que essa promessa seja entendida) por um grupo de pessoas identificado de alguma forma que não seja pela fé em Jesus como o Cristo inevitavelmente implica um retorno ao plano de sombras (ou tipos) das provisões de redenção da antiga aliança.
A aceitação desse tipo de reivindicação significaria uma regressão às antigas formas tipológicas da obra redentora de Deus.
Continuando, ele escreve:
O reconhecimento de um povo distinto que é recebedor das bênçãos redentoras de Deus e, no entanto, tem uma existência à parte separada da igreja de Jesus Cristo cria problemas teológicos insuperáveis.
Jesus Cristo tem somente um corpo e uma única noiva, um povo que ele chama como seu, que é o verdadeiro Israel de Deus.
Esse povo é composto de judeus e gentios que acreditam que Jesus é o Messias prometido.
Essas declarações mostram uma profunda ignorância das diferentes questões proféticas e escatológicas na Escritura.
O problema de Robertson é que ele não conhece a Bíblia tão bem quanto afirma!
A oração de Davi, de validade permanente, é:
“Orai pela paz de Jerusalém! Sejam prósperos os que te amam” (Salmo 122.6).
As promessas relativas à terra para Israel vêm através das promessas proféticas da Aliança Abraâmica, e são eternas.
Essas promessas não mudam, nem foram revogadas!
A escritura da terra pertence ao povo judeu para sempre mediante Jacó.
Embora seus olhos estejam cegos no tempo presente, algum dia os judeus serão redimidos, e realmente têm uma existência separada da Igreja.
Esses eventos ocorrerão para Israel quando a Igreja tiver sido arrebatada!
Nesta atual dispensação, há apenas um corpo, e esse corpo é a Igreja!
Entretanto, foram feitas promessas ao povo judeu, isto é, promessas nacionais.
É claro que a redenção dos judeus inclui promessas relativas à terra e o reconhecimento do Senhor Jesus como seu rei terreno e Messias!
A Bíblia nos diz:
“...toda esta terra que vês, eu ta darei, a ti [a Abraão] e à tua descendência, para sempre” (Gênesis 13.15).
“Estabelecerei a minha aliança entre mim e ti e a tua descendência no decurso das suas gerações, aliança perpétua, para ser o teu Deus e da tua descendência.
Dar-te-ei e à tua descendência a terra das tuas peregrinações, toda a terra de Canaã, em possessão perpétua, e serei o seu Deus” (Gênesis 17.7-8).
“Se falharem estas leis físicas [da lua e das estrelas] diante de mim, diz o Senhor, deixará também a descendência de Israel de ser uma nação diante de mim para sempre” (Jeremias 31.36).
O resto do livro de Robertson continua a rejeitar o direito atual dos judeus de estarem naquela terra.
Os dispensacionalistas nunca apoiaram Israel quando Israel esteve errado, e sabem que judeus se converterão antes e enquanto estiverem entrando na terra.
O Espírito Santo os persuadirá:
“Porei em vós o meu Espírito, e vivereis, e vos estabelecerei na vossa própria terra” (Ezequiel 37.14), e eles “olharão para aquele a quem traspassaram; pranteá-lo-ão como quem pranteia por um unigênito” (Zacarias 12.10).
Mas o apoio a Israel em nossos dias não deve ser abalado!
A oração de Davi, de validade permanente, é:
“Orai pela paz de Jerusalém! Sejam prósperos os que te amam” (Salmo 122.6).
E mesmo hoje, enquanto os judeus se opõem ao Evangelho, Deus ainda os ama.
Paulo escreve: “Quanto ao evangelho, são eles [os judeus] inimigos por vossa causa; quanto, porém, à eleição, amados por causa dos patriarcas [judeus]; porque os dons e a vocação de Deus são irrevogáveis” (Romanos 11.28-29).
As promessas irrevogáveis de Deus
O Senhor atualmente ama o povo judeu porque Ele lhe fez promessas irreversíveis de bênçãos.
Em outras palavras, o Senhor atualmente ama o povo judeu porque Ele lhe fez promessas irreversíveis de bênçãos.
Portanto, temos um mandato de também cuidar dele atualmente, apesar do fato dos judeus não conhecerem Jesus como seu Salvador e Messias!
O povo judeu vem reivindicando a terra que o Senhor lhe prometeu.
Sim, ele retornou em estado de incredulidade, porém Deus, em Seu próprio tempo e pelo Seu Espírito Santo, corrigirá isso.
Sabemos que os judeus ainda sofrerão na Tribulação, mas devemos nos lembrar de que, no tempo presente, o Senhor os chama “amados” por causa de Suas promessas no passado.
Os cristãos evangélicos devem ter a mesma atitude neste tempo.
Muitos palestinos vivem com os israelenses e são profundamente abençoados.
Israel é a única democracia no Oriente Médio e a justiça faz parte de suas políticas, mesmo sob a horrível pressão dos que desejam matar os judeus.
O Israel de Deus
Voltemos às declarações de Robertson.
Ele comete o mesmo erro horrendo a respeito da afirmação de Paulo, “o Israel de Deus” (Gl 6.15-16).
Nessa passagem, Paulo escreve:
“Pois nem a circuncisão é coisa alguma, nem a incircuncisão, mas o ser nova criatura. E, a todos quantos andarem de conformidade com esta regra, paz e misericórdia sejam sobre eles e sobre o Israel de Deus”.
Embora nem todos os estudiosos concordem, alguns dos gramáticos mais respeitados crêem que Paulo está se referindo a israelitas salvos e não aplicando “o Israel de Deus” como uma nova designação para a Igreja, conforme dizem os amilenistas.
Dunn escreve:
A referência... seria ao povo judeu como um todo... em outras passagens Paulo jamais chama os “cristãos” de Israel.
Mas, à luz de seu argumento inicial, a expressão deve significar o povo judeu precisamente em sua identidade na Aliança [Abraâmica], como “Israel” em vez de “os judeus”.
Bruce acrescenta:
Mas a referência ao Israel de Deus não precisa ser uma mudança de idéia. [Paulo] teria se sentido à vontade com uma oração que pedisse a Deus “paz e misericórdia sobre nós e sobre todo o Israel, teu povo”.
Sendo assim, as palavras “e sobre o Israel de Deus” teriam saído prontamente de seus lábios. Paulo tinha muita esperança na bênção final sobre Israel... o fato de que alguns israelitas estavam fazendo isso [aceitando Cristo] era, aos seus olhos, uma garantia de que esse remanescente aumentaria até que, com a reunião de todos os gentios [plenitude], “todo o Israel será salvo” (veja Romanos 11.25-26).
Essa invocação de bênção sobre o Israel de Deus provavelmente tem uma perspectiva escatológica.
O Israel de Deus é Israel!
Não é a Igreja.
Paulo nunca rotula a Igreja, na qual realmente há judeus e gentios crentes, como o “Israel de Deus”.
Conclusão
Os evangélicos devem apoiar os judeus que agora se reuniram na Terra Santa vindo de todos os lugares do mundo.
Embora alguns demonstrem resistência para confessar que essa volta que está ocorrendo hoje é parte das profecias, não pode haver dúvida de que, no mínimo, é o começo do começo.
(Mal Couch - www.scofieldprophecystudies.org - http://www.beth-shalom.com.br)
NÃO ADIANTA, DEUS ACABA COM OS PLANOS DOS INIMIGOS
Desde sua posse, o presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad ataca Israel com língua ferina. Ele nega o Holocausto, convoca conferências a respeito excluindo participantes israelenses, e ameaça aniquilar o Estado judeu.
Por ocasião de uma conferência sobre o Holocausto em Teerã, Ahmadinejad ameaçou:
“Os dias de Israel estão contados... Um dia Israel será aniquilado, do mesmo modo como aconteceu com a União Soviética”.
Depois de Hitler e Goebbels, nenhum político manifestou-se de forma tão aberta contra Israel e os judeus quanto o presidente iraniano.
Não deveríamos levar a sério essas ameaças, tanto ou ainda mais quanto as dos nazistas do Terceiro Reich?
Os discursos iniciais de Hitler e as incitações de Goebbels (ministro da Propaganda nazista) contra os judeus conduziram à violência do Holocausto.
Mahmoud Ahmadinejad, outros membros do governo e altos funcionários iranianos tentaram obter reconhecimento dos seus adeptos através da negação do Holocausto.
Num discurso divulgado pela IRNA, a agência oficial de notícias do Irã, o presidente disse: “Alguns países europeus insistem que Hitler queimou milhões de judeus inocentes em fornos crematórios.
Eles insistem tanto nessa questão, que chegam a condenar e prender a todos que provam o contrário. Nós não aceitamos essas afirmações.
Entretanto, se considerarmos que elas são verdadeiras, temos a seguinte pergunta para os europeus: a matança de judeus inocentes por parte de Hitler é a razão do apoio de vocês aos que ocupam Jerusalém?”
Em suas afirmações, o presidente iraniano repete constantemente, de forma arrogante e descarada, que o regime sionista de Israel é um “tumor” que deve ser apagado do mapa.
Há algum tempo ele especulou sobre os seguintes dados macabros:
“Se durante uma guerra nuclear cair uma bomba atômica sobre Israel, finalmente todos os 5 milhões de judeus serão mortos de uma só vez.
Caso Israel ainda consiga revidar antes disso, lançando mísseis nucleares, talvez serão mortos em torno de 15 milhões de árabes – o que importa?
Então teríamos simplesmente mais 15 milhões de mártires no céu, mas na terra continuarão vivos mais de um bilhão de muçulmanos para conquistar o mundo”
Deus, que é onisciente, cuja visão cobre todos os tempos, apresenta-nos no Salmo 140, entre outras coisas, a atual situação de Israel.
Trata-se de um salmo de Davi, que descreve o que ele estava enfrentando pessoalmente naquele tempo.
Davi, entretanto, também era profeta, e suas afirmações lançam luz sobre a situação durante os tempos finais.
Os inimigos de Davi são inimigos de Deus e inimigos do povo de Israel.
Isso não mudou até hoje.
A Bíblia é extremamente atual, no presente e até mesmo no futuro.
Instalações nucleares iranianas em Arak.
1. No Salmo citado, Davi pede ao Senhor libertação dos planos malignos dos inimigos.
Ele descreve, o homem violento, o mal que domina o coração dele, as contendas que esse homem semeia, e sua língua ferina, que cospe veneno e mentiras:
“Livra-me, SENHOR, do homem perverso, guarda-me do homem violento, cujo coração maquina iniqüidades e vive forjando contendas. Aguçam a língua como a serpente; sob os lábios têm veneno de áspide” (Salmo 140.1-3).
Em todos os tempos houve homens violentos, que provocaram contendas e guerras, e que fizeram discursos venenosos.
Mas em nossos dias estamos assistindo a uma ferocidade crescente.
Os discursos ameaçadores de Ahmadinejad são uma amostra clara dessa tendência e mostram que esse homem talvez seja um dos últimos precursores do Anticristo.
Este se destacará como o último homem violento, de língua ferina, dominado pelo pai da mentira (Satanás) e tentará destruir tanto Israel quanto todos os justos vivos naquela época.
2. Davi pede ao Senhor que o guarde daquele que deseja derrubá-lo:
“Guarda-me, SENHOR, da mão dos ímpios, preserva-me do homem violento, os quais se empenham por me desviar os passos” (Salmo 140.4).
Os discursos do presidente iraniano são muito claros e não podem ser mal interpretados. Constantemente ele declara querer destruir Israel, fazendo especulações a respeito da capacidade nuclear do Irã.
3. Davi pede proteção contra o terrorismo, isto é, contra os ataques planejados pelo inimigo, com os quais eles ameçam:
“Não concedas, SENHOR, ao ímpio os seus desejos; não permitas que vingue o seu mau propósito” (Salmo 140.8).
Israel já está exposto ao terrorismo e aos ataques há décadas, mas nos últimos anos eles aumentaram e se tornaram cada vez mais perigosos.
Quando não se muda a má inclinação do coração, ela acaba produzindo os atos de violência.
Os discursos iniciais de Hitler e as incitações de Goebbels contra os judeus conduziram à violência do Holocausto.
Em que resultarão as palavras de Ahmadinejad?
4. Davi anunciou profeticamente aquilo que, finalmente, Deus fará cair sobre os inimigos de Israel:
“Se exaltam a cabeça os que me cercam, cubra-os a maldade dos seus lábios.
Caiam sobre eles brasas vivas, sejam atirados ao fogo, lançados em abismos para que não mais se levantem.
O caluniador não se estabelecerá na terra; ao homem violento, o mal o perseguirá com golpe sobre golpe” (Salmo 140.9-11).
A Alemanha nazista teve de experimentar literalmente como o fogo caiu do céu através das inúmeras bombas lançadas pelos Aliados.
As cidades alemãs foram devoradas pelas chamas causadas pelas bombas incendiárias e os violentos líderes do povo sucumbiram.
Onde terminará a arrogância da liderança iraniana?
5. Davi vê e anuncia a fidelidade de Deus a Israel, que Ele tem a palavra final sobre a História e que fará tudo terminar bem.
Davi expressa sua confiança inabalável, que ele baseia exclusivamente em Deus, da seguinte maneira:
“Sei que o SENHOR manterá a causa do oprimido e o direito do necessitado. Assim, os justos renderão graças ao teu nome; os retos habitarão na tua presença” (Salmo 140.12-13).
Israel não pode sucumbir, por mais que os inimigos o desejem.
O plano de Deus já está estabelecido há muito tempo.
Ele acabará com os planos dos inimigos!
As promessas da aliança de Deus para Seu povo são a melhor garantia disso!
No tempo da Grande Tribulação, o remanescente judeu voltará a ter essa confiança.
A garantia do futuro de Israel é o próprio Senhor Jesus Cristo, de quem lemos:
“Porque quantas são as promessas de Deus, tantas têm nele o sim; porquanto também por ele é o amém para glória de Deus, por nosso intermédio” (2 Coríntios 1.20).
Todas as promessas que Deus fez com relação ao futuro de Israel serão cumpridas em e através de Jesus Cristo.
Todas as promessas que o Senhor fez com relação à Sua Igreja, serão realizadas em Jesus.
Todas as promessas destinadas às nações serão igualmente cumpridas em Cristo. (Norbert Lieth - http://www.beth-shalom.com.br)
Por ocasião de uma conferência sobre o Holocausto em Teerã, Ahmadinejad ameaçou:
“Os dias de Israel estão contados... Um dia Israel será aniquilado, do mesmo modo como aconteceu com a União Soviética”.
Depois de Hitler e Goebbels, nenhum político manifestou-se de forma tão aberta contra Israel e os judeus quanto o presidente iraniano.
Não deveríamos levar a sério essas ameaças, tanto ou ainda mais quanto as dos nazistas do Terceiro Reich?
Os discursos iniciais de Hitler e as incitações de Goebbels (ministro da Propaganda nazista) contra os judeus conduziram à violência do Holocausto.
Mahmoud Ahmadinejad, outros membros do governo e altos funcionários iranianos tentaram obter reconhecimento dos seus adeptos através da negação do Holocausto.
Num discurso divulgado pela IRNA, a agência oficial de notícias do Irã, o presidente disse: “Alguns países europeus insistem que Hitler queimou milhões de judeus inocentes em fornos crematórios.
Eles insistem tanto nessa questão, que chegam a condenar e prender a todos que provam o contrário. Nós não aceitamos essas afirmações.
Entretanto, se considerarmos que elas são verdadeiras, temos a seguinte pergunta para os europeus: a matança de judeus inocentes por parte de Hitler é a razão do apoio de vocês aos que ocupam Jerusalém?”
Em suas afirmações, o presidente iraniano repete constantemente, de forma arrogante e descarada, que o regime sionista de Israel é um “tumor” que deve ser apagado do mapa.
Há algum tempo ele especulou sobre os seguintes dados macabros:
“Se durante uma guerra nuclear cair uma bomba atômica sobre Israel, finalmente todos os 5 milhões de judeus serão mortos de uma só vez.
Caso Israel ainda consiga revidar antes disso, lançando mísseis nucleares, talvez serão mortos em torno de 15 milhões de árabes – o que importa?
Então teríamos simplesmente mais 15 milhões de mártires no céu, mas na terra continuarão vivos mais de um bilhão de muçulmanos para conquistar o mundo”
Deus, que é onisciente, cuja visão cobre todos os tempos, apresenta-nos no Salmo 140, entre outras coisas, a atual situação de Israel.
Trata-se de um salmo de Davi, que descreve o que ele estava enfrentando pessoalmente naquele tempo.
Davi, entretanto, também era profeta, e suas afirmações lançam luz sobre a situação durante os tempos finais.
Os inimigos de Davi são inimigos de Deus e inimigos do povo de Israel.
Isso não mudou até hoje.
A Bíblia é extremamente atual, no presente e até mesmo no futuro.
Instalações nucleares iranianas em Arak.
1. No Salmo citado, Davi pede ao Senhor libertação dos planos malignos dos inimigos.
Ele descreve, o homem violento, o mal que domina o coração dele, as contendas que esse homem semeia, e sua língua ferina, que cospe veneno e mentiras:
“Livra-me, SENHOR, do homem perverso, guarda-me do homem violento, cujo coração maquina iniqüidades e vive forjando contendas. Aguçam a língua como a serpente; sob os lábios têm veneno de áspide” (Salmo 140.1-3).
Em todos os tempos houve homens violentos, que provocaram contendas e guerras, e que fizeram discursos venenosos.
Mas em nossos dias estamos assistindo a uma ferocidade crescente.
Os discursos ameaçadores de Ahmadinejad são uma amostra clara dessa tendência e mostram que esse homem talvez seja um dos últimos precursores do Anticristo.
Este se destacará como o último homem violento, de língua ferina, dominado pelo pai da mentira (Satanás) e tentará destruir tanto Israel quanto todos os justos vivos naquela época.
2. Davi pede ao Senhor que o guarde daquele que deseja derrubá-lo:
“Guarda-me, SENHOR, da mão dos ímpios, preserva-me do homem violento, os quais se empenham por me desviar os passos” (Salmo 140.4).
Os discursos do presidente iraniano são muito claros e não podem ser mal interpretados. Constantemente ele declara querer destruir Israel, fazendo especulações a respeito da capacidade nuclear do Irã.
3. Davi pede proteção contra o terrorismo, isto é, contra os ataques planejados pelo inimigo, com os quais eles ameçam:
“Não concedas, SENHOR, ao ímpio os seus desejos; não permitas que vingue o seu mau propósito” (Salmo 140.8).
Israel já está exposto ao terrorismo e aos ataques há décadas, mas nos últimos anos eles aumentaram e se tornaram cada vez mais perigosos.
Quando não se muda a má inclinação do coração, ela acaba produzindo os atos de violência.
Os discursos iniciais de Hitler e as incitações de Goebbels contra os judeus conduziram à violência do Holocausto.
Em que resultarão as palavras de Ahmadinejad?
4. Davi anunciou profeticamente aquilo que, finalmente, Deus fará cair sobre os inimigos de Israel:
“Se exaltam a cabeça os que me cercam, cubra-os a maldade dos seus lábios.
Caiam sobre eles brasas vivas, sejam atirados ao fogo, lançados em abismos para que não mais se levantem.
O caluniador não se estabelecerá na terra; ao homem violento, o mal o perseguirá com golpe sobre golpe” (Salmo 140.9-11).
A Alemanha nazista teve de experimentar literalmente como o fogo caiu do céu através das inúmeras bombas lançadas pelos Aliados.
As cidades alemãs foram devoradas pelas chamas causadas pelas bombas incendiárias e os violentos líderes do povo sucumbiram.
Onde terminará a arrogância da liderança iraniana?
5. Davi vê e anuncia a fidelidade de Deus a Israel, que Ele tem a palavra final sobre a História e que fará tudo terminar bem.
Davi expressa sua confiança inabalável, que ele baseia exclusivamente em Deus, da seguinte maneira:
“Sei que o SENHOR manterá a causa do oprimido e o direito do necessitado. Assim, os justos renderão graças ao teu nome; os retos habitarão na tua presença” (Salmo 140.12-13).
Israel não pode sucumbir, por mais que os inimigos o desejem.
O plano de Deus já está estabelecido há muito tempo.
Ele acabará com os planos dos inimigos!
As promessas da aliança de Deus para Seu povo são a melhor garantia disso!
No tempo da Grande Tribulação, o remanescente judeu voltará a ter essa confiança.
A garantia do futuro de Israel é o próprio Senhor Jesus Cristo, de quem lemos:
“Porque quantas são as promessas de Deus, tantas têm nele o sim; porquanto também por ele é o amém para glória de Deus, por nosso intermédio” (2 Coríntios 1.20).
Todas as promessas que Deus fez com relação ao futuro de Israel serão cumpridas em e através de Jesus Cristo.
Todas as promessas que o Senhor fez com relação à Sua Igreja, serão realizadas em Jesus.
Todas as promessas destinadas às nações serão igualmente cumpridas em Cristo. (Norbert Lieth - http://www.beth-shalom.com.br)
O BRASIL ADMIRA UM INIMIGO DE DEUS
UMA PIADA: AHMADINEJAD QUER DESTRUIR ISRAEL.
POSSO AFIRMAR QUE, SEGUNDO A BÍBLIA, NINGUÉM, NEM O DIABO, DESTRUIRÁ ISRAEL. (Adelino Ferreira)
A visita do presidente iraniano ao Brasil foi marcada e adiada várias vezes.
A previsão atual é que ela ocorra na primeira semana de dezembro/09.
Ahmadinejad é um dos principais negadores do Holocausto na atualidade.
Ele também não perde uma oportunidade para manifestar seu ódio a Israel e seu desejo de destruir o Estado judeu.
Sendo assim, a simpatia do governo brasileiro por ele faz-nos lembrar do ditado:
"Dize-me com quem andas e te direi quem és''.
Algumas informações sobre o Irã:
Desde a posse de Ahmadinejad em 2005, a situação dos direitos humanos no país piorou dramaticamente (com elevado número de execuções, muitas delas por apedrejamento ou enforcamento públicos).
Um esboço de código penal estipula a pena de morte por apostasia (isto é, para quem deixar o islã).
Os cristãos e outras minorias religiosas têm sofrido severas restrições e perseguições.
As autoridades iranianas também suprimem a liberdade de expressão e opinião, prendendo jornalistas, controlando publicações e a internet, além das atividades acadêmicas.
O Irã é promotor do terrorismo mundial e financiador do Hezb'Allah (o Partido de Alá, no Líbano) e do Hamas (na Faixa de Gaza).
Essas duas milícias islâmicas radicais têm atacado Israel a mando do Irã e cometido inúmeras matanças de civis.
Sua ação, porém, não se limita ao Oriente Médio:
A Argentina acusou formalmente o Irã pelos violentos atentados contra instituições judaicas em Buenos Aires (em 1992 e 1994).
Na América do Sul, a atuação iraniana é crescente, principalmente através da aliança com Hugo Chávez e Evo Morales.
O Irã também está em fase adiantada de desenvolvimento de tecnologia nuclear e de mísseis balísticos, representando uma séria ameaça para todo o Oriente Médio e o mundo.
Dessa forma, o crescente armamento e a influência iraniana despertam fortes temores entre as próprias nações muçulmanas (principalmente na Arábia Saudita, no Egito e em alguns países do Golfo).
Apesar da aparente unidade islâmica, há profundas desconfianças e conflitos entre muitos países árabes (dos quais, a maioria é sunita) e os iranianos xiitas (que são persas, e não árabes).
Quanto a Israel, as afirmações e provocações do presidente e de outros líderes iranianos são bem conhecidas:
"Israel deve ser riscado do mapa...'',
"Israel está destinado à destruição...'',
"Israel é um tumor canceroso...''.
Sua última investida ocorreu na abertura da vergonhosa conferência da ONU (em Genebra) que, supostamente, deveria ser anti-racista.
Como foi manipulada para atacar Israel, vários países negaram-se a participar dela desde o princípio.
Ironicamente, apesar do seu histórico, o presidente iraniano foi um dos principais oradores. Quando começou sua diatribe contra Israel e negando o Holocausto – justamente na véspera do Yom HaShoah, o dia em que se lembra o assassinato de 6 milhões de judeus no tempo do nazismo!
– os delegados da União Européia se retiraram em protesto.
Ficaram os representantes dos países que parecem concordar com Ahmadinejad, entre eles os brasileiros, ouvindo até o final o discurso de ódio aos judeus.
Assim, mais uma vez, o Brasil escolheu as más companhias.
(Nota: Eu também escolhi... as boas companhias, ou seja, com outros brasileiros cristãos e bíblicos, continuar orando pela minha Pátria para que nossos representantes lá fora não nos representem. Adelino Ferreira e Família)
É importante lembrar que o Irã (a Pérsia) tem grande destaque na Bíblia (veja os livros dos profetas Daniel, Ageu, Esdras, Neemias e de Ester).
A Pérsia foi um dos impérios da visão da grande estátua do rei Nabucodonosor – interpretada pelo profeta Daniel, essa imagem representa todo o desenrolar da história das nações, até o estabelecimento do reino de Deus (Daniel 2, veja o Apocalipse).
Os persas também são citados como aliados de Gogue na invasão de Israel "nos últimos dias'' (Ezequiel 38.5).
Portanto, as profecias bíblicas revelam o papel do Irã no cenário mundial e nos permitem entender o que realmente há por trás do comportamento atual desse país.
Ao estreitar seus laços com ele – enquanto se distancia de Israel – o governo brasileiro se expõe ao juízo anunciado em Gênesis 12.3:
"...amaldiçoarei os que te amaldiçoarem'' .
Querido(a) brasileiro(a) e irmão(ã) em Cristo: Vamos receber a promessa de bênção que
vem de Deus, acerca do povo de Israel: Amemos este povo. A promessa diz:
"Abençoarei os que te abençoarem" Gn 12.3 (Adelino Ferreira)
POSSO AFIRMAR QUE, SEGUNDO A BÍBLIA, NINGUÉM, NEM O DIABO, DESTRUIRÁ ISRAEL. (Adelino Ferreira)
A visita do presidente iraniano ao Brasil foi marcada e adiada várias vezes.
A previsão atual é que ela ocorra na primeira semana de dezembro/09.
Ahmadinejad é um dos principais negadores do Holocausto na atualidade.
Ele também não perde uma oportunidade para manifestar seu ódio a Israel e seu desejo de destruir o Estado judeu.
Sendo assim, a simpatia do governo brasileiro por ele faz-nos lembrar do ditado:
"Dize-me com quem andas e te direi quem és''.
Algumas informações sobre o Irã:
Desde a posse de Ahmadinejad em 2005, a situação dos direitos humanos no país piorou dramaticamente (com elevado número de execuções, muitas delas por apedrejamento ou enforcamento públicos).
Um esboço de código penal estipula a pena de morte por apostasia (isto é, para quem deixar o islã).
Os cristãos e outras minorias religiosas têm sofrido severas restrições e perseguições.
As autoridades iranianas também suprimem a liberdade de expressão e opinião, prendendo jornalistas, controlando publicações e a internet, além das atividades acadêmicas.
O Irã é promotor do terrorismo mundial e financiador do Hezb'Allah (o Partido de Alá, no Líbano) e do Hamas (na Faixa de Gaza).
Essas duas milícias islâmicas radicais têm atacado Israel a mando do Irã e cometido inúmeras matanças de civis.
Sua ação, porém, não se limita ao Oriente Médio:
A Argentina acusou formalmente o Irã pelos violentos atentados contra instituições judaicas em Buenos Aires (em 1992 e 1994).
Na América do Sul, a atuação iraniana é crescente, principalmente através da aliança com Hugo Chávez e Evo Morales.
O Irã também está em fase adiantada de desenvolvimento de tecnologia nuclear e de mísseis balísticos, representando uma séria ameaça para todo o Oriente Médio e o mundo.
Dessa forma, o crescente armamento e a influência iraniana despertam fortes temores entre as próprias nações muçulmanas (principalmente na Arábia Saudita, no Egito e em alguns países do Golfo).
Apesar da aparente unidade islâmica, há profundas desconfianças e conflitos entre muitos países árabes (dos quais, a maioria é sunita) e os iranianos xiitas (que são persas, e não árabes).
Quanto a Israel, as afirmações e provocações do presidente e de outros líderes iranianos são bem conhecidas:
"Israel deve ser riscado do mapa...'',
"Israel está destinado à destruição...'',
"Israel é um tumor canceroso...''.
Sua última investida ocorreu na abertura da vergonhosa conferência da ONU (em Genebra) que, supostamente, deveria ser anti-racista.
Como foi manipulada para atacar Israel, vários países negaram-se a participar dela desde o princípio.
Ironicamente, apesar do seu histórico, o presidente iraniano foi um dos principais oradores. Quando começou sua diatribe contra Israel e negando o Holocausto – justamente na véspera do Yom HaShoah, o dia em que se lembra o assassinato de 6 milhões de judeus no tempo do nazismo!
– os delegados da União Européia se retiraram em protesto.
Ficaram os representantes dos países que parecem concordar com Ahmadinejad, entre eles os brasileiros, ouvindo até o final o discurso de ódio aos judeus.
Assim, mais uma vez, o Brasil escolheu as más companhias.
(Nota: Eu também escolhi... as boas companhias, ou seja, com outros brasileiros cristãos e bíblicos, continuar orando pela minha Pátria para que nossos representantes lá fora não nos representem. Adelino Ferreira e Família)
É importante lembrar que o Irã (a Pérsia) tem grande destaque na Bíblia (veja os livros dos profetas Daniel, Ageu, Esdras, Neemias e de Ester).
A Pérsia foi um dos impérios da visão da grande estátua do rei Nabucodonosor – interpretada pelo profeta Daniel, essa imagem representa todo o desenrolar da história das nações, até o estabelecimento do reino de Deus (Daniel 2, veja o Apocalipse).
Os persas também são citados como aliados de Gogue na invasão de Israel "nos últimos dias'' (Ezequiel 38.5).
Portanto, as profecias bíblicas revelam o papel do Irã no cenário mundial e nos permitem entender o que realmente há por trás do comportamento atual desse país.
Ao estreitar seus laços com ele – enquanto se distancia de Israel – o governo brasileiro se expõe ao juízo anunciado em Gênesis 12.3:
"...amaldiçoarei os que te amaldiçoarem'' .
Querido(a) brasileiro(a) e irmão(ã) em Cristo: Vamos receber a promessa de bênção que
vem de Deus, acerca do povo de Israel: Amemos este povo. A promessa diz:
"Abençoarei os que te abençoarem" Gn 12.3 (Adelino Ferreira)
ASTÚCIA DO INIMIGO: NEGAR O DIREITO DOS JUDEUS À TERRA DE ISRAEL
A astuciosa negação do direito dos judeus à terra de Israel
Algumas tentativas islâmicas procuram provar que jamais houve um templo judeu no monte do Templo.
Isso acontece para negar a Israel qualquer direito de reivindicar o local.
Há muitos que negam não apenas o direito de Israel ao monte do Templo mas a toda a terra de Israel (e, naturalmente, a Jerusalém).
Em geral tenta-se modificar o sentido dos relatos bíblicos através de explicações "lógicas".
Realmente, é difícil entender certas partes do Êxodo.
Algumas dessas questões em aberto são a rota dos israelitas, o local exato da travessia do Mar Vermelho e a localização do monte Sinai.
Principalmente a identificação desse monte permite diferentes interpretações.
Dizem que o monte Sinai não deve ser procurado na península do Sinai, mas na atual Arábia Saudita.
Nesse caso, a rota da saída do Egito, logicamente, iria até ao extremo sul da península do Sinai. Ali, no estreito de Tiran, os israelitas teriam atravessado o Mar Vermelho.
Até esse ponto os dados seriam aceitáveis.
Mas absurda é a afirmação de que a Terra Prometida também se encontrava na Arábia Saudita.
Essas alegações mostram que os inimigos de Israel usam de todos os meios para questionar o direito de Israel à sua terra.
O êxodo de Israel do Egito.
(mapa da Bíblia Letra Gigante/SBB)
Segundo essa teoria, Israel teria vivido nessa parte da Arábia Saudita até que as dez tribos foram levadas para o cativeiro assírio (e Judá, posteriormente, para o cativeiro babilônico).
Para dar uma base "científica" a essa afirmação, o livro se referia a supostas descobertas arqueológicas.
A existência de todos os lugares mencionados na Bíblia teria sido comprovada por escavações arqueológicas na Arábia Saudita.
Mais tarde, quando os judeus retornaram do cativeiro, eles teriam encontrado a terra ocupada por outros povos.
Por isso, seu retorno para lá teria sido impossível.
Em dificuldades, os judeus teriam procurado uma alternativa, decidindo ir para a terra de Canaã. Assim, porém, a povoação de Canaã pelos judeus seria muito mais recente do que se supunha, e a reivindicação da terra por Israel estaria enfraquecida.
Acompanhando algumas das atuais alegações dos árabes, percebemos que justamente esse deve ter sido o alvo do livro.
É relativamente fácil criar teorias inverídicas, pois a averiguação científica na Arábia Saudita não é possível, porque ali os estrangeiros não podem locomover-se livremente.
Não é preciso mencionar o quanto essa teoria é absurda.
Mas torna-se claro que todos os meios são utilizados para negar a Israel o direito à existência. Esse parece ser o alvo de tais publicações.
Talvez os leitores digam: "Tudo isso é absurdo.
É perda de tempo ocupar-se com essas coisas".
Mas, assim deixamos de levar a sério o fato dessas teorias pseudocientíficas questionarem continuamente a credibilidade da Bíblia.
Esse é o objetivo final dessas alegações.
A aceitação de críticas à Bíblia no meio cristão tem fornecido ainda mais alento a essas teorias insustentáveis.
O mesmo acontece na arqueologia moderna: ela não procura mais, como no passado, entender os relatos bíblicos, mas busca provar que eles são apenas lendas e mitos.
Graças a Deus, porém, porque ainda existem teólogos e arqueólogos tementes a Deus, que constantemente fornecem provas de que a Bíblia é verdadeira e continua sendo o livro histórico mais confiável, desmascarando ataques pseudocientíficos à sua credibilidade.
(Fredi Winkler - http://www.Beth-Shalom.com.br)
Algumas tentativas islâmicas procuram provar que jamais houve um templo judeu no monte do Templo.
Isso acontece para negar a Israel qualquer direito de reivindicar o local.
Há muitos que negam não apenas o direito de Israel ao monte do Templo mas a toda a terra de Israel (e, naturalmente, a Jerusalém).
Em geral tenta-se modificar o sentido dos relatos bíblicos através de explicações "lógicas".
Realmente, é difícil entender certas partes do Êxodo.
Algumas dessas questões em aberto são a rota dos israelitas, o local exato da travessia do Mar Vermelho e a localização do monte Sinai.
Principalmente a identificação desse monte permite diferentes interpretações.
Dizem que o monte Sinai não deve ser procurado na península do Sinai, mas na atual Arábia Saudita.
Nesse caso, a rota da saída do Egito, logicamente, iria até ao extremo sul da península do Sinai. Ali, no estreito de Tiran, os israelitas teriam atravessado o Mar Vermelho.
Até esse ponto os dados seriam aceitáveis.
Mas absurda é a afirmação de que a Terra Prometida também se encontrava na Arábia Saudita.
Essas alegações mostram que os inimigos de Israel usam de todos os meios para questionar o direito de Israel à sua terra.
O êxodo de Israel do Egito.
(mapa da Bíblia Letra Gigante/SBB)
Segundo essa teoria, Israel teria vivido nessa parte da Arábia Saudita até que as dez tribos foram levadas para o cativeiro assírio (e Judá, posteriormente, para o cativeiro babilônico).
Para dar uma base "científica" a essa afirmação, o livro se referia a supostas descobertas arqueológicas.
A existência de todos os lugares mencionados na Bíblia teria sido comprovada por escavações arqueológicas na Arábia Saudita.
Mais tarde, quando os judeus retornaram do cativeiro, eles teriam encontrado a terra ocupada por outros povos.
Por isso, seu retorno para lá teria sido impossível.
Em dificuldades, os judeus teriam procurado uma alternativa, decidindo ir para a terra de Canaã. Assim, porém, a povoação de Canaã pelos judeus seria muito mais recente do que se supunha, e a reivindicação da terra por Israel estaria enfraquecida.
Acompanhando algumas das atuais alegações dos árabes, percebemos que justamente esse deve ter sido o alvo do livro.
É relativamente fácil criar teorias inverídicas, pois a averiguação científica na Arábia Saudita não é possível, porque ali os estrangeiros não podem locomover-se livremente.
Não é preciso mencionar o quanto essa teoria é absurda.
Mas torna-se claro que todos os meios são utilizados para negar a Israel o direito à existência. Esse parece ser o alvo de tais publicações.
Talvez os leitores digam: "Tudo isso é absurdo.
É perda de tempo ocupar-se com essas coisas".
Mas, assim deixamos de levar a sério o fato dessas teorias pseudocientíficas questionarem continuamente a credibilidade da Bíblia.
Esse é o objetivo final dessas alegações.
A aceitação de críticas à Bíblia no meio cristão tem fornecido ainda mais alento a essas teorias insustentáveis.
O mesmo acontece na arqueologia moderna: ela não procura mais, como no passado, entender os relatos bíblicos, mas busca provar que eles são apenas lendas e mitos.
Graças a Deus, porém, porque ainda existem teólogos e arqueólogos tementes a Deus, que constantemente fornecem provas de que a Bíblia é verdadeira e continua sendo o livro histórico mais confiável, desmascarando ataques pseudocientíficos à sua credibilidade.
(Fredi Winkler - http://www.Beth-Shalom.com.br)
CIENTISTAS CONTINUAM A CRER EM UM DEUS CRIADOR.
Os cientistas têm sido acusados de brincar de Deus ao fazerem clones de ovelhas e de negar a Deus quando insistem em que a evolução seja ensinada nas escolas.
Um estudo indica, entretanto, que muitos cientistas acreditam em Deus conforme o conceito mais comum e usual.
Repetindo com exatidão uma famosa pesquisa realizada em 1916, Edward Larson, da Universidade da Geórgia,
constatou que a profundidade da fé religiosa entre os cientistas não diminuiu apesar dos avanços científicos e tecnológicos deste século.
Tanto em 1916 como agora, em torno de 40% dos biólogos, físicos e matemáticos que participaram da pesquisa disseram que acreditavam em um Deus que, segundo a estrita definição do questionário, se comunica com a humanidade e a quem se pode orar "na expectativa de receber uma resposta".
Cerca de 15% em ambas as pesquisas alegaram ser agnósticos ou de não ter "uma convicção definida" sobre a questão.
Em torno de 42% em 1916 e aproximadamente 45% agora disseram que não criam em um Deus como o especificado no questionário, apesar de que não se verificou se eles criam em alguma outra definição de divindade ou ser superior.
Mais revelador do que os próprios números, segundo disseram os especialistas, é a sua estabilidade.
O fato das convicções pessoais dos cientistas terem permanecido inalteradas durante quase um século caracterizado por mudanças sugere que a religiosidade ortodoxa não está desaparecendo em maior grau entre os que são considerados a elite intelectual e a população em geral.
Os resultados também indicam que, enquanto a religião e a ciência são freqüentemente apontadas como irreconciliavelmente antagônicas, cada uma disputando para si o trono da verdade, muitos cientistas não vêem contradição entre a busca para entender as leis da natureza e a fé em uma divindidade superior. (The State, 4/4/97)
A Bíblia deixa claro que qualquer um pode compreender que Deus fez os céus e a terra. Romanos 1.19-20 afirma:
"porquanto o que de Deus se pode conhecer é manifesto entre eles, porque Deus lhes manifestou. Porque os atributos invisíveis de Deus, assim o seu eterno poder como também a sua própria divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das cousas que foram criadas. Tais homens são por isso indesculpáveis".
Do ponto de vista de Deus, portanto, a criação é evidente para todas as pessoas, mas cada uma tem que decidir em que crer: na verdade ou na mentira.
Quando escolhemos a verdade, cremos porque somos convencidos por ela:
"Pela fé entendemos que foi o universo formado pela palavra de Deus, de maneira que o visível veio a existir das cousas que não aparecem" (Hb 11.3).
Um estudo indica, entretanto, que muitos cientistas acreditam em Deus conforme o conceito mais comum e usual.
Repetindo com exatidão uma famosa pesquisa realizada em 1916, Edward Larson, da Universidade da Geórgia,
constatou que a profundidade da fé religiosa entre os cientistas não diminuiu apesar dos avanços científicos e tecnológicos deste século.
Tanto em 1916 como agora, em torno de 40% dos biólogos, físicos e matemáticos que participaram da pesquisa disseram que acreditavam em um Deus que, segundo a estrita definição do questionário, se comunica com a humanidade e a quem se pode orar "na expectativa de receber uma resposta".
Cerca de 15% em ambas as pesquisas alegaram ser agnósticos ou de não ter "uma convicção definida" sobre a questão.
Em torno de 42% em 1916 e aproximadamente 45% agora disseram que não criam em um Deus como o especificado no questionário, apesar de que não se verificou se eles criam em alguma outra definição de divindade ou ser superior.
Mais revelador do que os próprios números, segundo disseram os especialistas, é a sua estabilidade.
O fato das convicções pessoais dos cientistas terem permanecido inalteradas durante quase um século caracterizado por mudanças sugere que a religiosidade ortodoxa não está desaparecendo em maior grau entre os que são considerados a elite intelectual e a população em geral.
Os resultados também indicam que, enquanto a religião e a ciência são freqüentemente apontadas como irreconciliavelmente antagônicas, cada uma disputando para si o trono da verdade, muitos cientistas não vêem contradição entre a busca para entender as leis da natureza e a fé em uma divindidade superior. (The State, 4/4/97)
A Bíblia deixa claro que qualquer um pode compreender que Deus fez os céus e a terra. Romanos 1.19-20 afirma:
"porquanto o que de Deus se pode conhecer é manifesto entre eles, porque Deus lhes manifestou. Porque os atributos invisíveis de Deus, assim o seu eterno poder como também a sua própria divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das cousas que foram criadas. Tais homens são por isso indesculpáveis".
Do ponto de vista de Deus, portanto, a criação é evidente para todas as pessoas, mas cada uma tem que decidir em que crer: na verdade ou na mentira.
Quando escolhemos a verdade, cremos porque somos convencidos por ela:
"Pela fé entendemos que foi o universo formado pela palavra de Deus, de maneira que o visível veio a existir das cousas que não aparecem" (Hb 11.3).
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